Após a vitória fora de casa por 2 a 0, o Flamengo confirmou a classificação às semifinais da Copa Libertadores com o empate desta quinta-feira (17). No Maracanã, a equipe de Leonardo Jardim ficou no 1 a 1 com o Independiente Del Valle (EQU). E garantiu, assim, mais dinheiro em caixa.
A vaga entre os quatro melhores times da competição gera ao classificado 2,3 milhões de dólares (cerca de R$ 11,85 milhões). O clube já havia embolsado 1,7 milhão de dólares com a classificação às quartas de final.
Dono da melhor campanha geral da fase de grupos, com 15 pontos, o Flamengo terminou a etapa inicial com cinco vitórias e um empate. Por cada triunfo, o Rubro-Negro recebeu uma premiação de 340 mil dólares (R$ 1,75 milhão). Sem contar o valor de um milhão de dólares (R$ 5,15 milhões) pela participação na fase de grupos.
Ao todo, o clube carioca soma 6,7 milhões de dólares até agora no torneio continental. Na cotação atual, cerca de R$ 34,5 milhões.
Fase de grupos: 1 milhão de dólares (R$ 5,15 milhões)
Vitória na fase de grupos: 340 mil dólares (R$ 1,75 milhão)
Oitavas de final: 1,25 milhão de dólares (R$ 6,44 milhões)
Quartas de final: 1,7 milhão de dólares (R$ 9 milhões)
Semifinal: 2,3 milhões de dólares (R$ 11,85 milhões)
Vice-campeão: 7 milhões de dólares (R$ 36 milhões)
Campeão: 25 milhões de dólares (R$ 129 milhões)
Com o reajuste do Bolsa Família e as recentes medidas para conter o preço dos combustíveis, o pacote de “bondades” do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para o ano eleitoral já chega a quase R$ 200 bilhões em recursos mobilizados.
Em maio, segundo cálculo da reportagem com base em informações do governo e auxílio de especialistas, o pacote até então de 11 medidas envolvia recursos na ordem de R$ 144 bilhões. Ao final de junho, antes do defeso eleitoral, o montante chegou a R$ 180 bilhões, em 16 medidas. As 20 ações selecionadas até esta quinta-feira (17) totalizam R$ 193,8 bilhões.
O governo Lula nega que as medidas tenham caráter eleitoral. Quando lançou o aumento do Bolsa Família, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse que as ações são responsáveis e dentro do Orçamento, ao contrário do que foi feito no último ano de gestão de Jair Bolsonaro (PL).
Das 20 medidas, nove podem ter impactos primários, seja por renúncia de receitas ou por despesas diretas da União -neste caso, o governo tentou buscar fontes de compensação, com aumento de tributos ou remanejamentos orçamentários.
As outras 11 se referem majoritariamente a linhas de crédito com juros mais baixos do que os de mercado, usando como instrumento fundos estatais de garantia ao sistema bancário.
Na última semana, o governo disse que novas medidas para conter os impactos da guerra no Oriente Médio no preço dos combustíveis eram necessárias, quando anunciou novas subvenções e desonerações tributárias, em pacote de R$ 7 bilhões ao mês.
O impacto da subvenção de R$ 1 por litro no diesel terá um impacto mensal de aproximadamente R$ 5 bilhões.
Já a desoneração de PIS/Cofins do etanol hidratado e da gasolina deve ser de R$ 2 bilhões por mês, aproximadamente. Apesar dessas medidas se encerrarem no início de outubro, elas poderão ser prorrogadas.
A elevação no repasse mínimo de R$ 600 para R$ 691 no Bolsa Família, por sua vez, vai custar R$ 5,8 bilhões neste ano e R$ 22,7 bilhões em 2027, o que vai demandar uma readequação do Orçamento do próximo ano já enviado ao Congresso Nacional.
Embora Lula tenha ampliado as medidas com impacto ao longo do ano, sua situação eleitoral se deteriorou, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) avança nas pesquisas de intenção de voto.
No Datafolha divulgado nesta quinta, o atual presidente soma 46% dos votos no segundo turno, ante 44% de Flávio Bolsonaro, mantendo o empate técnico da rodada anterior.
Para as ações que têm impacto primário este ano, o governo avalia que não há riscos fiscais, já que atualmente projeta um superávit de R$ 10,8 bilhões para as contas públicas em 2026. Essa margem permitiria absorver, do ponto de vista da meta fiscal, o novo gasto com o programa Bolsa Família.
Na próxima semana, o governo divulgará as novas projeções de receitas e despesas para o ano. Conforme a Folha de S. Paulo mostrou, ao menos duas fontes de arrecadação estão com desempenho abaixo do esperado pela equipe econômica: receitas com dividendos de estatais e receitas com a taxação de dividendos.
Caso essas fontes sejam reduzidas e o governo não projete alta de receita por outros meios, o cenário de superávit pode se converter em déficit, o que vai exigir contingenciamento de recursos.
Na quarta-feira (16), o TCU (Tribunal de Contas da União) fez um alerta ao governo sobre a baixa arrecadação com a tributação dos dividendos, mas a Fazenda não informou se reduzirá essa projeção na próxima semana.
Ainda neste mês, o governo também fez um reforço de R$ 500 milhões no orçamento destinado aos descontos das faixas 1 e 2 do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida. Nesse caso, o recurso não sai dos caixas do Tesouro, e sim do orçamento do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), evitando impacto fiscal para a União.
Essas medidas foram tomadas após o chamado “defeso eleitoral”, período de três meses antes das eleições em que o governo não pode fazer eventos, inaugurações ou campanhas de divulgação.
Integrantes do governo dizem, no entanto, que não há impedimento na legislação eleitoral para tomar essas ações -o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) foi acionado pelo deputado federal Zé Trovão (PL-SC), aliado de Flávio Bolsonaro, que questionou a medida.
Considerando as medidas anteriores à vedação eleitoral, as ações lançadas pelo governo este ano têm públicos diversos, principalmente alguns dos quais Lula tem taxas maiores de rejeição.
Um deles é o Move Brasil, que conta com R$ 30 bilhões disponíveis para motoristas de aplicativos e de táxi financiarem a compra de novos veículos. Há também uma possibilidade de troca de motocicletas por entregadores, cujo impacto não foi divulgado pelo governo.
Outras medidas similares foram tomadas por Lula este ano. Um exemplo é a revogação da tributação sobre as compras de até US$ 50 (R$ 256), a chamada “taxa das blusinhas“, cujo impacto não oficial pode chegar a R$ 2 bilhões este ano.
O fim de semana chegou e a Paraíba tem programação para diferentes gostos. Em João Pessoa, Campina Grande e Areia, a agenda reúne shows, teatro, cinema, festas, atividades culturais e eventos gratuitos entre esta sexta-feira (18) e domingo (20). Confira algumas opções para aproveitar os próximos dias.
Sou Nordeste
O projeto Ponte Sonora recebe o show “Sou Nordeste”, com Gama Junior e Rodrigo Avelino, além da participação de Naldinho Freire. A apresentação acontece às 20h, na Usina Cultural Energisa. Os ingressos custam R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia).
Vanessa da Mata
A cantora Vanessa da Mata se apresenta nesta sexta-feira (18), às 21h no Teatro Pedra do Reino, em João Pessoa, com a turnê “Todas Elas”.
Os ingressos podem ser comprados na internet e custam entre R$ 130 a R$320.
Donana Prime
Drika Costa e Jaine Araújo comandam a programação musical do Donana Prime na sexta-feira. A entrada é gratuita durante toda a noite.
Nu metal experience tour
A banda Nu metal se apresenta nesta sábado (19), na General Store. A noite terá um total de 4 horas de show sem intervalo, homenageando as bandas Linkin Park, Slipknot, Limp Bizkt e System Of a Down. Também haverá um bloco com músicas das bandas Sepultura Korn e Deftones.
Os ingressos podem ser comprados pela internet e custam R$60.
Empório Café
O Empório Café promove a programação “Se Quebra, Brasil!”, com pop e funk nacional. A programação inclui Empório Comedy, karaokê e apresentações na pista Underfloor, a partir das 20h. A entrada é gratuita até 23h para quem garantir ingresso pelo Sympla.
Alumiô
O Palco Vila recebe, a partir das 20h, Yuri Gonzaga, Ticuqueiros, Blakkmania e Nicácio e Banda. A programação faz parte do Festival Alumiô e ocupa o Centro Histórico de João Pessoa.
Eternamente Gal
Grazi Vilanueva apresenta o show “Eternamente Gal”, às 20h, na Usina Cultural Energisa. Os ingressos custam R$ 40.
Sabadinho Bom
O projeto Sabadinho Bom recebe o instrumentista Wellington Gama, que apresenta um repertório de choro clássico e autoral.
Bessa Grill
A Banda Gatinha Manhosa junto com os artistas Osmídio Neto e Chico Forrozado se apresentam no Bessa Grill, com repertório recheado de forró. A programação acontece no sábado.
Donana Prime
O Donana Prime recebe a Banda Encanto Real e Vivian e Odak. A entrada é gratuita durante toda a noite.
Alumiô
O Palco Vila recebe o show de lançamento do novo álbum de Transverberar, a partir das 22h30, dentro da programação do Festival Alumiô.
A Última Sessão de Freud
O Teatro Paulo Pontes recebe o espetáculo “A Última Sessão de Freud”, com Odilon Wagner e Marcello Airoldi. A peça será apresentada às 20h no sábado e às 17h no domingo.
Alumiô
A programação do Festival Alumiô continua no Palco Vila, a partir das 17h, com Glysmo + Batalha da BR 10 anos, Passageiro 22, Lau Capym e Hajem Kunk.
Foto: Campina Grande
CineSesc
O CineSesc apresenta o filme “Que Horas Ela Volta?” dentro da programação cultural de Campina Grande.
O Retorno – Cine Debate MAC
O público também poderá participar da sessão “O Retorno”, com cine-debate no MAC.
Danieze Santiago, Stefany Barreto e Italo Alves no Apaixona Beats
Os artistas Danieze Santiago, Stefany Barreto e Italo Alves se apresentam no Apaixona Beats, do Beats Club, na Rainha da Borborema. Os ingressos custam entre R$50 e R$80 e podem ser comprado através do número (83) 99635-0703.
Feira Moto Nordeste
A cidade também recebe a Feira Moto Nordeste, reunindo programação voltada aos amantes de motocicletas.
Celebração a Belchior
O domingo terá ainda a “Celebração a Belchior”, com André Abreu, em homenagem à obra do cantor e compositor cearense. Os ingressos podem ser comprados pela internet e custam entre R$72 a R$164.
Areia, no Brejo paraibano
Festival de Flores de Areia
A cidade de Areia recebe a 8ª edição do Festival de Flores, no Hotel Bruxaxá. O evento terá exposição e venda de plantas, flores, gastronomia, oficinas, apresentações culturais e shows.
A programação começa na sexta-feira, com abertura dos estandes às 16h, e segue até domingo. A entrada é gratuita.
Conclusão de adutoras, escolas técnicas estaduais e melhorias no turismo. Foram esses os principais pontos abordados por Cícero Lucena, candidato do MDB ao governo da Paraíba. Cícero foi o quarto entrevistado da rodada de entrevistas com os candidatos ao governo do Estado no programa Correio Debate, da Rede Correio SAT. A entrevista aconteceu nesta quinta-feira (17).
Durante a conversa, Cícero Lucena também falou sobre a falta de segurança no estado e investimentos em turismo e irrigação.
Confira abaixo os principais pontos abordados de acordo com os temas:
Transposição e abastecimento
Nós temos um projeto devidamente estruturado para esse objetivo. Como ministro, participei do projeto de transposição das águas do São Francisco. Incluí o projeto que permitiu chegar em Monteiro e vir por gravidade pelo rio Paraíba, abastecendo Boqueirão, que no primeiro momento tem por prioridade abastecimento humano.
Houve lentidão por parte do governo no sentido de concluir essas adutoras. Meu modelo de gestão será diferente. Primeiro, concluir de imediato esses projetos. Segundo, garantir a transposição do terceiro eixo.
Estive com o senador Veneziano e com o ministro. Garanto que no primeiro dia como governador estarei soltando a contratação dos projetos das adutoras e captações do rio para abastecimento das cidades do vale do rio Piancó.
Enquanto a transposição seja realizada a construção, estaremos fazendo as obras complementares que esse governo não fez. Primeiro, recursos humanos.
Segundo. Com tristeza, vejo o potencial de perenização da água é zero de aproveitamento para produção, seja na agricultura familiar, no desenvolvimento econômico de médios e maiores produtores. Lamentamos. O governo tem que ter ação diária, mas estar preparado para urgências e emergências e planejar o futuro.
Nas várzeas de Sousa, a tecnologia usada permite um consumo de 30 milhões de metros cúbicos por ano. Se você mudar e gastar R$ 150 milhões mudando o sistema de irrigação, vai produzir muito mais e gerar uma nova Petrolina no nosso estado. Podendo potencializar mais do que já existe.
Turismo e energias renováveis
Fazedr planejamos e executar. Tem coisa que não depende apenas do governo do Estado. As energias renováveis, o grande potencial que a Paraíba tem, seja eólica ou solar, vem com a necessidade de ter linhões de transmissão. Mas por quê não levar indústrias para consumir lá e que não precise dessas redes? É um redirecionamento, um planejamento que precisa ter no governo do Estado e não se alimentar apenas de propaganda.
Falar de turismo, eu tenho experiência de vida aqui em João Pessoa. Tem turismos diferentes, ações diferentes, mas está comprovado que turismo pode proporcionar o desenvolvimento econômico, a geração de emprego e melhor distribuição de renda.
A PB-008 foi projeto nosso e financiamento nosso, Zé Maranhão executou. Chegar em Campina Grande e garantir que seja um patrimônio da Paraíba.
Educação, qualificação e emprego
Vamos respeitar a UEPB, na sua autonomia pedegógica e financeira. Vamos pedir que ela comece a participar na formação da mão-de-obra dos nossos jovens com escolas técnicas no interior vocacionadas na demanda de emprego.
Que a gente olhe o emprego não apenas pensando no salário mínimo. Temos que qualificar nossos jovens para que eles tenham uma renda inicial boa. Você tem outras etapas anteriores para isso. Como vai qualificar um jovem que não foi alfabetizado, se ele não teve uma educação de qualidade no início da vida?
Vou chegar junto aos municípios para que melhorem mais ainda. Se faz ama educação boa onde se permitir que o aluno passe de ano reprovado sem seis matérias? O governo baixou uma resolução que antes eram três e ele subiu para seis. Isso é crime.
Obras abandonadas
Punimos mais de 100 em presas por abandono de obras ou serivço mal feito. Quando se interrompe um contrato desse tem que dar prazo de defesa para a empresa, fazer novos levantamentos, entrar no processo burocrático da licitação. Mas, adotamos o que tinha que adotar.
Nosso mercado imibiliário deu um boom em João pessoa. Isso fez com que o setor produtivo tivesse uma melhor capacidade de contratação, pagando salários melhores do que as construtoras que contratam com o serviço público.
Eles (empresas com contratos com a Prefeitura de João Pessoa) tem dificuldade de execução porque os melhores profissionais estão prestando serviços no mercado privado.
Se não cumpriu o contrato a gente tem que penalizar.
Cenário nacional
O candidato meu a presidente é a Paraíba. Estou sendo contratado pelo eleitor, através do voto, para ser o gestor do Estado da Paraíba. O povo vai me eleger porque confia na minha capacidade de trabalho, na minha experiência, independente [de quem seja o presidente].
Fui prefeito de João Pessoa dois anos com Bolsonaro presidente. Todos os projeto apresentados pela Prefeitura, em benefício da população, foram aprovados e liberados. Com Lula a mesma coisa.
A gente vai discutindo e conversando. A arte da política é dialogar com todo mundo.
Segurança pública
O SmartCity a gente quer parceria com o governo do Estado e depois de quatro ou cinco ofícios ele resolveu fazer a parceria com a prefeitura. É o sistema mais moderno de segurança do país em vias públicas.
Eu vou enfrentar isso. Qual família ou cidadão que está vivendo tranquilo na Paraíba. Estamos vivendo algo estarrecedor. Decaptação de cabeças por disputa de facções. Quem imaginou estar passando por isso?
O governo faz maquiagem, prendendo quem menos influencia esse sistema. Quem tem que ser responsabilizado por isso é o governo do Estado. O governo para o pior salário para os policiais.
Tem um terço do contingente [para Polícia Civil] indicado tecnicamente. 2.136 e era para ter 6,3 mil. A Polícia Militar tem 10,3 mil e era para ter 16 mil. É o mesmo número que existia em 2008. A criminalidade evoluiu.
Estamos sem governo na Paraíba.
Relação com João Azevêdo
Dialoguei com João e João Pessoa sabe o quanto foi importante enquanto durou a parceria governo do Estado e Prefeitura, de forma série e honesta. Complementando o projeto. João Pessoa viveu a importância da parceria.
Crimes, suspeitas, prisão e investigação. Suspeito praticava os supostos crimes vestidos de mulher. A Polícia Civil da Paraíba Polícia vai revisar inquéritos sem autoria após suspeito preso dizer que matou 80 pessoas na Paraíba
Os homicídios ainda não têm autoria definida e a polícia vai verificar se há elementos que possam relacionar Jorlan Lopes da Silva, de 33 anos, aos crimes. A medida é uma das estratégias da investigação para tentar confirmar ou não a declaração do suspeito de que teria matado cerca de 80 pessoas ao longo da vida.
O suspeito foi preso no domingo (13), em Mulungu, no Agreste da Paraíba, enquanto tentava fugir usando vestido e peruca, e carregando no colo uma criança que não era parente dele. Investigado por uma série de homicídios no estado, ele afirmou durante o interrogatório ter cometido aproximadamente 80 assassinatos.
O número, no entanto, ainda não é considerado oficialmente pela investigação. Segundo o delegado Douglas Garcia, responsável pelo caso, a Polícia Civil já reúne elementos que relacionam Jorlan a 16 casos de homicídios cometidos em aproximadamente três meses no Vale do Mamanguape.
Um estudo feito pelo Centro de Pesquisa em Macroeconomia das Desigualdades (Made), da Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Atuária da Universidade de São Paulo (FEA/USP), revelou que as apostas, conhecidas popularmente como bets, reduziram o consumo e retiraram da atividade econômica entre R$ 120 bilhões e R$ 141 bilhões, o que equivale a 0,9% a 1,1% do PIB – Produto Interno Bruto), no ano de 2025. 

“Para dimensionar essa magnitude, a perda estimada corresponde a algo entre 40% e 50% de todo o crescimento da economia em 2025 e é cerca de cinco vezes maior que estimativas do impacto do tarifaço americano sobre o PIB brasileiro. Mesmo levando em conta as estimativas dos empregos diretos e indiretos criados associados às bets, o quadro praticamente não muda”, conclui a pesquisa.
O estudo estima que essa redução na atividade econômica resultaria em uma perda de arrecadação entre R$ 31,1 bilhões e R$ 54,8 bilhões.
“Descontando os cerca de R$ 9 bilhões arrecadados diretamente com as plataformas de apostas, o efeito líquido sobre as contas públicas ainda seria negativo em, no mínimo, R$ 22 bilhões, podendo chegar a até R$ 46 bilhões”.
Segundo os pesquisadores, esse valor corresponde a 10% e 20% de todo o orçamento destinado à saúde pública na São Paulo de 2025, o que indica que, embora as bets gerem arrecadação direta, a perda de atividade econômica que provocam mais do que compensa essa receita.
A pesquisa considera também que parte das apostas tenha gerado aumento do endividamento. Os pesquisadores consideram que se o saldo do crédito para pessoa física subiu cerca de R$ 450 bilhões e a transferência líquida de R$ 62,5 bilhões tivesse sido financiada por novo crédito, o que é visto como uma hipótese extrema, isso corresponderia a cerca de 14% do aumento do endividamento das famílias em 2025.
Segundo a pesquisa é possível também que as bets tenham causado efeito negativo na distribuição de renda. Levando em conta que o 1% da população mais rica fica com cerca de 24% de toda a renda do país, essa transferência de dinheiro das famílias para as bets aumentou a concentração de renda dessa minoria do topo, entre 0,5% e 2,1%, dependendo de quem recebe os lucros das casas de aposta.
“No primeiro caso, apenas retiramos os R$ 62,5 bilhões da renda dos 99% da base, enquanto no segundo adicionamos esse valor para o 1% mais rico. Mesmo no caso mais conservador, é um efeito significativo em um país em que a concentração de renda já é extremamente elevada”, dizem os pesquisadores.
A pesquisa concluiu que, do ponto de vista econômico, o problema das apostas não se limita aos efeitos individuais, mas também têm consequências macroeconômicas, pois ao retirar renda das famílias, principalmente as de menor renda, as bets podem aumentar a desigualdade, reduzir a demanda e afetar o PIB de maneira relevante, além de reduzirem a arrecadação fiscal e refletirem nas contas públicas.
O prefeito Leo Bezerra assinou, nesta quarta-feira (16), a ordem para modernizar a iluminação das pistas e calçadões dos bairros de Manaíra, Tambaú e Cabo Branco, em João Pessoa. O projeto terá investimento de R$ 14 milhões e vai contemplar sete quilômetros de vias.
Ao todo, serão instaladas 836 luminárias e 180 refletores com tecnologia LED. A expectativa é reduzir em cerca de 40% o consumo de energia.
O projeto também prevê uma iluminação especial para pedestres, com pontos de luz decorativos e mais aconchegantes nos calçadões e em áreas turísticas, como a Feirinha de Tambaú.
Os postes antigos de concreto serão substituídos por 731 novos postes de fibra de vidro. A fiação elétrica também será instalada de forma subterrânea, o que deve ajudar a reduzir o furto de cabos e melhorar a aparência das áreas.
O novo sistema terá ainda monitoramento inteligente, com sensores capazes de identificar problemas em tempo real e agilizar a manutenção.
A iluminação também permitirá controlar a intensidade das luzes de acordo com o movimento de pedestres e ciclistas. Os pontos de iluminação voltados para a prática de esportes na faixa de areia também serão ampliados e modernizados.
Cerca de 69 profissionais aprovados no último concurso da Saúde foram nomeados nesta terça-feira (15) para trabalhar como Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Agentes de Combate às Endemias (ACE). A solenidade aconteceu no Centro Administrativo Municipal (CAM), no bairro de Água Fria.
Esta é a quinta convocação do concurso, seguindo o cronograma previsto no edital. Os profissionais chamados nas quatro convocações anteriores também participaram do momento e já estão trabalhando na rede municipal de saúde.
A convocação dos aprovados está sendo feita de forma gradual para organizar a chegada dos novos servidores e garantir que eles sejam integrados aos serviços de forma eficiente.
Os novos profissionais vão atuar na prevenção de doenças, acompanhamento das famílias, promoção da saúde e controle de endemias em João Pessoa.
As provas do concurso foram realizadas em dezembro de 2024, e o resultado final foi divulgado em 28 de fevereiro de 2025. Já o edital para o curso de formação profissional foi publicado em 26 de junho.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, afirmou, hoje, durante a sessão que vai julgar se o Judiciário deve abrir ou não uma investigação contra o ministro Alexandre de Moraes, que o Brasil ‘vive o momento de maior corrupção do Judiciário na história’.
“Quero dizer que é o momento mais corrupto da história do poder judiciário no Brasil. E digo com autoridade quem exerce a função desde 1994″, cita o magistrado.
Sobre a sessão
O Supremo Tribunal Federal (STF) julga, neste momento, se o ministro Alexandre de Moraes deve ser investigado. Na sessão, os ministros das Corte vão avaliar se autorizam uma investigação contra Moraes com base nas conversas entre o magistrado e o banqueiro Daniel Vorcaro.
Apesar de existirem relações de Vorcaro com outros magistrados do STF e familiares, nesta terça-feira (14), os ministros vão avaliar apenas os indícios contra Alexandre de Moraes.
Existe a possibilidade, ainda, de alguns ministros se averbarem suspeito de julgar o caso em razão de também ter mantido conversas com o ex-dono do banco Master.
Marcelo Fernandes, técnico do Botafogo-PB, trata o jogo contra o Maringá, pela terceira rodada do quadrangular da Série C do Brasileiro, como uma verdadeira decisão para a sequência da equipe na briga pelo acesso. O Belo não venceu as duas partidas que disputou e viu a sua situação se complicar.
Após a derrota para o Floresta, por 1 a 0, no Estádio Almeidão, o treinador alvinegro destacou que a parte mental da equipe segue forte e que esse fator será essencial para o próximo desafio do Botafogo-PB diante do Maringá, fora de casa.
A gente está trabalhando muito forte e sério, e o mental nosso é muito forte e terá que ser muito forte, porque a gente vai encarar um jogo fora de casa, contra o Maringá, onde a gente sabe que vai ser uma partida decisiva para as nossas pretensões, disse o técnico.
Na avaliação de Marcelo Fernandes, conquistar um bom resultado na próxima partida recolocará o Botafogo-PB na briga por uma das duas vagas do acesso do Grupo B. O técnico botafoguense relembrou campanhas anteriores do quadrangular em que equipes subiram com uma pontuação abaixo da média e citou o caso do Amazonas em 2023. A Onça perdeu os dois primeiros jogos, mas conseguiu se recuperar, venceu as quatro partidas restantes e conquistou o acesso, além de levar o título da Série C.
“Ano passado, classificou time com oito pontos e time com sete. O Amazonas subiu perdendo as duas primeiras e vencendo as quatros últimas. Então, aqui ninguém vai jogar a toalha”, enfatizou.
O Botafogo-PB enfrenta o Maringá no próximo sábado (19), às 17h, no Estádio Willie Davids.
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Foto: João Neto/Botafogo-PB